Preta Gil manifesta voto a favor de Haddad e divide opiniões

Preta Gil manifesta voto a favor de Haddad e divide opiniões

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Preta Gil diz votar em Haddad e divide a opinião de fãs

Depois de vários artistas manifestarem seu voto e rechaço aos políticos adversários nessas últimas semanas, agora chega a vez da cantora Preta Gil manifestar o seu.

A cantora manifestou seu voto a favor do candidato à presidência da república Fernando Haddad (PT).

Preta Gil, como muitos sabem, é filha do músico e ex-ministro da cultura, Gilberto Gil.

A cantora Preta Gil decidiu declarar seu voto para seus 6,2 milhões de seguidores no Instagram. Sua declaração causou um misto de aplausos e vaias, como já é bem esperado nesse período eleitoral.

A cantora fez questão de deixar claro que nunca havia votado no PT em eleições passadas, mas dessa vez não tem jeito, pois a extrema-direita não faz o seu tipo.

Como previsto, Preta foi criticada por muitos dos fãs (agora, ex-fãs), mas rebateu algumas delas:

“Perdeu um seguidor”, escreveu um deles.

“No caso tô achando que ganhei qualidade de seguidor! Já foi tarde”, rebateu Preta.

“Você deve ter seus motivos profissionais para votar no PT”, disse outro seguidor.

“Profissionais? Nenhum motivo! Mas humanos todos”, rebateu a cantora.

Texto de preta Gil no Instagram manifestando seu voto a favor de Haddad

Eu nunca votei no PT em outras eleições presidenciais. Quem me conhece sabe que sou uma mulher que sempre dialogou com as diferenças e sempre tentou encurtar as pontes entre elas. Com isso sempre busquei o caminho do meio nas minhas decisões, mas chega certa altura da vida que enfrentamos situações extremas.

Como, por exemplo, a que vivemos agora, quando fica muito difícil atingir um equilíbrio, já que um lado da balança não tem NADA com o que me identifico e o outro não seria minha opção a princípio.

Existem certas coisas que NUNCA serão admissíveis como: intolerância, barbárie, violações de direitos humanos adquiridos, discurso de ódio, incitação à violência, roubo, corrupção e por aí vai.

Estive esses dias todos atenta, observando, lendo, estudando e averiguando as notícias para tomar essa decisão. Por isso tomei minha decisão baseada nos meus princípios. Roubo e corrupção estão sendo combatidos e estamos sim, todos, população, poderes judiciários e federais atentos e agindo contra roubalheira seja de que lado for, mas essa intolerância, esse ódio todo me assombra e me assusta.

Peço que aqueles que não consigam respeitar ou entender meu posicionamento, que não me agridam, é meu direito. Eu tenho tentado respeitar e principalmente dialogar com amigos e familiares que pensam diferente de mim. Ninguém é obrigado a concordar com o outro e independentemente do resultado, o que importa é que teremos que conviver a partir do respeito, com as nossas diferenças na maneira de ser ou pensar, sem violência. O Brasil é de TODOS os brasileiros.

 

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Eu nunca votei no PT em outras eleições presidenciais. Quem me conhece sabe que sou uma mulher que sempre dialogou com as diferenças e sempre tentou encurtar as pontes entre elas. Com isso sempre busquei o caminho do meio nas minhas decisões, mas chega certa altura da vida que enfrentamos situações extremas. Como, por exemplo, a que vivemos agora, quando fica muito difícil atingir um equilíbrio, já que um lado da balança não tem NADA com o que me identifico e o outro não seria minha opção a princípio. Existem certas coisas que NUNCA serão admissíveis como: intolerância, barbárie, violações de direitos humanos adquiridos, discurso de ódio, incitação à violência, roubo, corrupção e por aí vai. Estive esses dias todos atenta, observando, lendo, estudando e averiguando as notícias para tomar essa decisão. Por isso tomei minha decisão baseada nos meus princípios. Roubo e corrupção estão sendo combatidos e estamos sim, todos, população, poderes judiciários e federais atentos e agindo contra roubalheira seja de que lado for, mas essa intolerância, esse ódio todo me assombra e me assusta. Peço que aqueles que não consigam respeitar ou entender meu posicionamento, que não me agridam, é meu direito. Eu tenho tentado respeitar e principalmente dialogar com amigos e familiares que pensam diferente de mim. Ninguém é obrigado a concordar com o outro e independentemente do resultado, o que importa é que teremos que conviver a partir do respeito, com as nossas diferenças na maneira de ser ou pensar, sem violência. O Brasil é de TODOS os brasileiros.

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